TechVibeez - Revista de cultura digital

TechVibeez - Revista de cultura digital

O direito que a tecnologia não quer te dar: morrer digitalmente

Você já pensou no que acontece com você depois que morre? Não com seu corpo, mas com seus posts, sua voz, padrões de escrita, fotos, áudios e até o jeito como você digita?

Avatar de Armindo Ferreira
Armindo Ferreira
mar 01, 2026
∙ Pago

Olá, assinante,

Antes de começarmos esse artigo, uma mensagem importante: ele trata de morte, luto e identidade digital. Se você está passando por um momento de perda, ou se esse tema te dá algum tipo de gatilho, melhor não prosseguir. Ela é fechada para assinantes pagos (que são todos maiores de idade), mas não compartilhe com menores.

E um recado importante, se você quiser repercutir e conversar sobre esse artigo pode usar agora nossa comunidade no WhatsAPP. Por enquanto ela é aberta para os assinantes pagos e gratuitos, então aproveite e entre agora para garantir seu acesso sem custo.

A morte sempre foi o limite definitivo. O ponto onde a história de uma pessoa termina e a memória começa. Mas tem um grupo de empresas, startups, pesquisadores, e pelo menos um CTO de uma das maiores corporações do mundo que estão trabalhando silenciosamente para que esse limite deixe de existir.

Frankenstein assustou o século XIX porque Mary Shelley entendeu, antes de todo mundo, que o verdadeiro horror não era criar vida, mas saber quando parar.

Estamos de volta ao mesmo laboratório. O equipamento mudou. A pergunta é a mesma.

Compartilhar

Avatar de User

Continue lendo este post gratuitamente, cortesia de Armindo Ferreira.

Ou adquirir uma assinatura paga.
© 2026 Armindo Ferreira · Privacidade ∙ Termos ∙ Aviso de coleta
Comece seu SubstackObtenha o App
Substack é o lar da grande cultura